quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Watch out!


Esses macacos se rebelaram contra o treinador. O macaquinho com o pau na mão chegou a quebrá-lo na cabeça do sujeito. Para bem ou mal, os macacos sabem usar instrumentos sim.
É o tipo de notícia que se lê e diz: que coisa, não?!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Retrospectiva 2008


Chega final de ano e com ele vem todas as retrospectivas possíveis. Emissoras de TV, jornais, portais de internet, enfim, uma infinidade de memórias do ano que passou. A Rede TV! chega a publicar uma retrospectiva com as notícias mais importantes para cada um dos dias do ano!
Entrando na onda, qual terá sido então o fato que mais marcou o ano que se passou? Ouvi uma frase uma vez que dizia que a grande audiência só tem espaço para uma grande notícia por vez. Faz sentido. Veio a crise financeira, depois o caso Eloá, depois outras notícias que não lembro, depois as enchentes de Santa Catarina, isso citando apenas algumas notícias do segundo semestre.
Acredito que a notícia que mais marcará 2008, inclusive no futuro, é a crise financeira. Não menosprezando outros fatos de grande comoção e choque nacional como o caso Nardoni, mas a crise será muito lembrada justamente por ela também ocorrer com intensidade em 2009.
Será tema de muitos livros, muitas teorias econômicas, muitos debates, conferências. A crise financeira é um fato para lembrarmos durantes anos, décadas. Nós brasileiros sofremos pouco com a crise financeira e o presidente Lula, de uma certa forma, até tem razão nos seus discursos. Os europeus e americanos estão de cabelo em pé. É hora de adiar o work experience, intercâmbio e o trainee no exterior, até porque o dólar está um pouco caro.
Assim como em 2009 teremos muitas surpresas. Empresas irão unir operações, mudar de importância, surgirão novos players e outras irão falir. Será que no próximo ano iremos ver a quebra da General Motors e da Chrysler? Irá a Ford junto? Talvez o senado americano esteja também criando um suspense como fez a câmara com o pacote bilionário. A tolerância com o 'too big to fail' está acabando, assim como os recursos.
Bem ou mal, pelo menos o próximo ano começa com Obama. Pena não começar também com o Gabeira.
Não esqueçamos também que faltam 18 dias para o fim do ano. Nada de encurtá-lo fechando uma restrospectiva hoje, da mesma forma como não damos parabéns antecipadamente. Quem lembra da tsunami em 26 de dezembro de 2004? Aquilo sim foi bizarro.
Espero que a surpresa desse fim de ano seja um pouco mais alegre, mas prefiro não especular a respeito. Essa brincadeira de prever é com os economistas! E olha que eles já perderam muito dinheiro com ela.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Verdades do mundo corporativo

Seguem algumas máximas do mundo corporativo:

- Quanto mais você trabalha, mais você trabalha!
- Quanto menos tempo temos, mais coisas resolvemos.
- Relatórios são fechados sempre em cima da hora, geralmente a partir das 16:00 horas, nas quintas ou sextas-feiras.
- Nada é tão ruim que não possa piorar.
- Congressos em balneários serão sempre mais cheios que em cidades sem praia, independente dos palestrantes ou da importância do congresso.
- A principal vantagem das viagens corporativas são as milhas acumuladas, principalmente quando o destino é entendiante.
- Estagiários tem licença poética para fazer besteira.
- A culpa é sempre do estagiário.
- Não se mexe com um jabuti em cima da árvore.
- Perfeccionismo é um problema real. Seja quando vem de uma pessoa mentirosa, ou de outra irritantemente prestativa.
- Férias podem comprovar o quanto nós somos dispensáveis.
- "Errar é humano... Mas não é política da empresa perdoar, está demitido!"

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Renas magras

Veja só você. Até o começo do ano, era só alegria! Dolar a quase R$1,50, Ibovespa beirando os 75 mil pontos, 'boom' imobiliário. Lá fora não era diferente, demanda por petróleo na estratosfera, China crescendo mais de 11% em 2007 e todo o mundo comprando e produzindo. Depois de maio as coisas foram mitigando. A bolsa foi murchando, as empresas anunciando prejuízos, o petróleo caindo. Em agosto foi o começo da quebradeira, o preço das hipotecas americanas lá embaixo, banco quebrando nos EUA e mais prejuízos bilionários das empresas. Em setembro e outubro foi quebradeira geral. O Lehman Brothers bateu as botas, a bolsa caia 15%, subia 10%, caia 15% de novo e ninguem se atrevia a fazer previsão. Os analistas ficavam calados, só falando que as incertezas e o período de instabilidade iria continuar, ou seja, segure-se quem puder. Muito executivo deve ter enfartado.
Agora que a poeira abaixou e o dolar subiu, nos demos conta que chegou o natal. Compras para ajudar o comércio. Alguns dizem que será um natal bom para os comerciantes brasileiros, outros dizem que será um natal apenas razoável. Nos EUA e na Europa vai ser um natal bem ruim, sem presentes, só lembracinhas. Também nada de carro novo, nem aqui, nem lá fora. As montadoras estão pedindo socorro ao governo americano e as vendas por lá caíram em torno de 35%. Tem montadora comemorando porque as suas vendas caíram apenas 30%, tendo ela ganhado participação! Afinal, vale tudo para tentar se desculpar do mau desempenho para os acionistas. Aqui no Brasil, alguns analistas dizem que nesse trimestre o PIB brasileiro pode encolher até 0,5% em relação ao anterior. Mas, convenhamos, quem acredita neles? 
O bom velinho poderia nos ajudar em como superar essa crise, já que ele passou por tantas outras. Só que nada de cobrar pelos conselhos, Papai Noel. Já gastamos muito dinheiro nos últimos anos com analistas incompetentes.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Hollywood plus paparazzi

Como funciona essa indústria? Na teoria, um filme, ou novela, ou seriado funciona com a receita com publicidades que o mesmo tem, seja nos intervalos comerciais, nos merchandisings e/ou de outras formas "marketeiras". Um filme também depende majoritariamente da receita das bilheterias, já uma novela ou seriado da receita de publicidades. Existem outras fontes que vem crescendo em participação, como os DVDs. Mas mesmo assim, se ele não tiver sucesso no cinema ou na tv, provavelmente não irá vender de nenhuma outra forma, em nenhum outro canal. É o produto do setor de entretenimento.

Isso significa que esse setor precisa da atenção do telespectador, já que se o filme interessá-lo ele vai assistir no cinema ou na tv. Assim, todos os outros produtos em volta dele também tendem a vender, já que ele mexeu com a atenção do consumidor. Quem não queria viajar para Barcelona depois de assistir Vicky Cristina Barcelona, ou ter o mesmo celular do 007, se aquelas funções mirabolantes estiverem em um modelo à venda. Seja pelo status ou pela funcionalidade dos produtos em questão.

Mas quem vende esses produtos são os artistas. Essas celebridades são tão perfeitas e admiradas que saber um pouquinho mais da sua vida talvez seja uma idéia legal, por mais alienante que pareça. Disso vivem os paparazzi, da nossa curiosidade. Mesmo quando clicamos em uma notícia e criticamos o seu conteúdo e a sua (falta de) importância no contexto de nossas vidas, acredite, nosso clique foi contabilizado! E não são poucos cliques. E ao lermos a notícia, vemos o anúncio do Iphone ao lado que nos chamou atenção e adivinhe, (quando temos dinheiro) compramos! Uma das cantoras mais clicadas por paparazzis foi, justamente, a que mais vendeu CDs em 2008. A vida desregrada de Amy Winehouse já rendeu muitas capas de revistas. Nada mais óbvio que, de tanto vê-la na mídia, conferir seu trabalho. Gostando ou não, fomos lá ver!

Não estamos imunes a publicidade e ela não é negativa por si só. Produtos servem para facilitar nossas vidas em um determinado contexto. Servem para identificar nossos sentimentos, assim como várias teorias de Marketing explicam.

Portanto, o que seria da mídia sem os paparazzi? Será que iríamos nos contentar com as entrevistas das celebridades no Amaury Jr., onde todas elas dizem que estão maravilhosamente bem? Estamos todos fartos de semideuses! Ao mesmo tempo que a (falta de) utilidade das notícias chegou a níveis absurdos. Afinal, uma notícia do tipo: "Suri faz manha com Katie Holmes e pede colo a Tom Cruise" ganhar a capa de um portal de notícias é, no mínimo, bizarro.

A verdade é que, enquanto os artistas e seus mais acalourados fãs reclamam sozinhos dos paparazzis, a indústria vai muito bem (obrigado) com eles.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Cai tudo


Inclusive o petróleo. O barril Brent já está sendo negociado a menos de 60 dólares (US$ 59,63) e o óleo cru, negociado em NY, próximo do mesmo patamar (US$ 62,73). Apesar da Opep (Organização dos Países Produtores e Exportadores de Petróleo) ter anunciado semana passada uma redução na oferta de 1,5 milhão de barris diários a partir de novembro, o preço continua caindo. A queda é boa para as empresas aéreas e as montadoras, principalmente para as primeiras. Por conseqüência, as companhias já cancelaram vários contratos de hedge, que fixavam o preço da commodity a fim de se proteger das suas oscilações positivas. Algumas aéreas estão inclusive reduzindo os preços das passagens. Assim, cai também o preço das viagens nacionais, já que em tempos de dólar alto, viajar para o exterior virou furada.

Cuma?!


Apesar de apresentarem prejuízos (gigantescos!) nesse ano, os bancos americanos subiram no ranking dos maiores bancos das Américas. Segundo um levantamento feito pela consultoria Economatica, o Itaú caiu do 8° para o 11º lugar. O Banco do Brasil caiu da 11ª para a 15ª posição. O Unibanco foi da 18ª para a 23ª colocação e o Santander Brasil da 21ª para a 24ª. A principal explicação para a piora no ranking seria a desvalorização do real, já que o índice é contabilizado pelo valor de mercado dos bancos, em dólares.

No topo da lista ficaram o JP Morgan Chase, Wells Fargo, Bank of America e Citigroup, da 1ª à 4ª colocação, respectivamente.

Alguns bancos privados brasileiros, por sua vez, apresentaram os resultados do 3° trimestre. O Bradesco lucrou R$ 1,9 bilhão no último trimestre, o Itaú R$ 1,8 bilhão e o Unibanco R$ 704 milhões. A carteira de crédito desses bancos apresentou crescimento, respectivamente, de 40,8% (R$ 197,2 bilhões), 44,2% (R$ 164,5 bilhões) e 32,9% (R$ 74,3 bilhões), comparado com o ano anterior. Falta aguardar o resultado do Santander, BB e Caixa, outros grandes players do setor. As ações dos bancos, entretanto, continuam em queda livre, assim como toda a bolsa. Mesmo com perspectiva de crescimento da carteira de crédito esse ano na ordem de 30% e entre 10 e 15% no ano que vem. Lógica esquisita essa, não?

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Nessa hora, vale tudo


Até meditar na Bolsa de Nova Iorque. Afinal, as perspectivas não são nada animadoras. A gigante americana General Eletric, anunciou queda de 12% no lucro líquido nos 9 primeiros meses do ano, frente ao ano anterior, de US$ 15,5 bilhões para US$ 13,7 bilhões. O faturamento, porém, subiu 10%, de US$ 123,9 bilhões para US$ 136,3 bilhões.

Já a outra gigante General Motors, anunciou que não estão nos seus planos pedir proteção da lei de falências americana. Aumentaram os rumores no mercado de que a empresa estava prestes a pedir proteção judicial contra os credores, já que a mesma estaria com dificuldades no caixa. Na terça-feira a sua subsidiária na Europa, a Opel, anunciou a paralisação temporária na produção de veículos por 3 semanas, visto a redução da demanda no continente. As ações da GM atingiram hoje o menor nível desde 1949, em torno de US$ 5. Em setembro, valiam US$ 13. Apertem os cintos, investidores.

Tudo vermelho...


Nas companhias aéreas do mundo todo. Quando o petróleo bateu a casa dos US$ 147, as empresas registraram sérios prejuízos. Entretanto, agora que o barril bate a casa dos US$ 80, elas podem respirar um pouco mais aliviadas, certo? Errado. A IATA (Asociação Internacional de Transporte Aéreo) informou que houve uma desaceleração no crescimento em 2008. Confira a evolução das taxas de crescimento do tráfego aéreo de passageiros, por região, em julho e agosto desse ano, respectivamente:

América do Norte: +4,2% / +5,2%

América Latina: +8,1% / +11,9%

Europa: +1,3% / +1,6%

Oriente Médio: +5,3% / +4,3%

Ásia / Pacífico: -0,5% / -3,1%

África: -0,7% / -5,0%

No consolidado geral, o crescimento passou de 1,9% em julho, para 1,3% em agosto. O CEO da IATA, Giovanni Bisignani, alerta que "medidas urgentes são necessárias", já que a crise financeira começa a se refletir na aviação mundial e as companhias áereas (associadas à IATA) já registram prejuízos da ordem de US$ 5,2 bilhões, ao longo de 2008.

O cenário não é menos vermelho para as companhias aéreas nacionais. O Querosene de Aviação (QAV), combustível das aeronaves que é ajustado mensalmente pela Petrobras, subiu 8,6% esse mês e acumula alta de 27% no ano. Aliado à isso, vem a alta do dólar, já que boa parte dos custos do setor são feitos na moeda americana e o crescimento dos vôos internacionais, que só esse ano foi de 35,9% entre as companhias nacionais, pode ficar razoavelmente comprometido.

Milhas na GOL

Uma novidade para os clientes Smiles e da GOL. O maior programa de milhagens da América Latina irá se estender para esta última companhia. Após uma reestruturação não muito bem sucedida da Varig, a GOL anunciou nessa sexta-feira que irá eliminar a bandeira das rotas domésticas gradativamente. A Varig vai ser uma opção apenas para a rotas internacionais de médio curso do grupo, leia-se Caracas, Bogotá e Santiago. O serviço de bordo da GOL também será modificado, tanto nas rotas de curta duração (menos de 2 horas) como nas restantes. As polêmicas barrinhas de cereais serão eliminadas, mas ainda serão mantidos os snacks. Além disso a malha aérea será modificada, as rotas sobrepostas da GOL e Varig, foram retiradas e os horários melhorados. Novos vôos foram criados, à partir de Congonhas (São Paulo), para Londrina, Maringá e Caxias do Sul. O acúmulo de milhas poderá ser feito a partir de 16 de outubro, já a malha irá vigorar a partir de 19 de outubro.
Novidades para os clientes TAM, GOL e Varig nessa semana.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Céus azuis...


Na TAM. A companhia anunciou nesta terça-feira que irá entrar para a aliança internacional de companhias aéreas Star Alliance, a maior da categoria. Dentro de 1 ano, a companhia espera estar completamente integrada na aliança, isso inclui interação entre programas de fidelidade das empresas participantes, ou seja, ao viajar por uma companhia aérea, o passageiro estará pontuando na companhia que ele possui cartão. O acordo prevê também vantagens como o compartilhamento de salas VIP em aeroportos, code-share entre as companhias e outras alegrias para os passageiros. A TAM acredita que a integração à Star Alliance vá gerar uma receita da ordem de US$60 milhões. Acredito ser muito mais. Mesmo quando sua crise estava no ápice em julho de 2006, a Varig, ex-membro e uma das fundadoras da aliança, registrou em setembro de 2005, um ano antes de sua crise econômica e saída da aliança, taxa de ocupação de 77% nos seus vôos internacionais. Em setembro de 2008, quando a companhia ja estava fora da aliança, essa taxa ficou em modestos 61%. Obviamente que existem muito mais fatores em jogo, mas as vantagens que uma aliança do tipo pode oferecer, são inegáveis. Afinal, quem não quer participar de um 'cartel' desses.

Enquanto isso na Europa...


Na França, o primeiro ministro, François Fillon, falou que melhor do que garantir os depósitos é nacionalizar o banco caso o mesmo vá a bancarrota, o que daria uma garantia de 100% aos correntistas. Segundo o ministro do orçamento da França, a economia francesa está em "recessão técnica", pois apesar de prever um crescimento de 0,9% para 2008, os 2°, 3° e 4° trimestres devem apresentaram crescimento de -0,3%, -0,1% e -0,1% respectivamente. Na Irlanda já se fala em recessão até 2009, com crescimento de -1,3% esse ano e -0,7% no ano seguinte. Pra quem está fora da ilha é bom atentar pois aqueles que achavam que as oportunidades estavam fartas em terras irlandesas, na verdade não estão tão verdes assim, afinal uma recessão não é apenas em um setor, e sim na economia toda. Quem também chamou atenção hoje foi a Islândia, a bolsa de Reykjavik suspendeu as operações até 13/10. Até agora o governo do país nacionalizou os 3 maiores bancos do país. Isso sem citar Alemanha, Espanha e a morosa Itália.

A crise é global, como muitos temiam e outros muitos evitavam assumir. Faz todo sentido, não há nada que mostre ser mais globalizado no mundo que os sistemas bancário e financeiro - o segundo principalmente. Uma crise de um lado vai desequilibrar o outro, principalmente quando o lado em crise é o maior (EUA). Falta saber como será o balanço do próximo trimestre do UBS, já que, dos maiores bancos europeus, ele foi o mais afetado. E rezar para que a UE busque uma ação coordenada para resolver a crise.

Nada de aquecimento global, nem furacão. O tempo que dê um tempo, pois o assunto do momento é a crise financeira e ponto.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Crisis


Muito se falou sobre essa crise e a palavra que mais se ouve é: incertezas. Tudo bem, a frase "incertezas sobre o futuro" agora faz todo o sentido, mas porque ninguem nunca previu nada disso antes. Pelo contrário, num passado não muito distante, mais especificamente dezembro de 2007, projetava-se um crescimento estupendo na bolsa. Santander trabalhava com 72 mil pontos, Unibanco com 78 mil e, acreditem, UBS chegou a projetar entre 80 e 85 mil pontos. Nada disso não só não se concretizou, como colocou por terra a credibilidade dessas análises. Podemos estar com problemas de transparência por parte das empresas, assim como de análise, por parte dos bancos e corretoras. Também podemos estar com ambos, não se assustem. A Sadia perdeu R$760 milhões com derivativos e apesar de contar com toda a transparência de estar listada na bolsa, ninguém citou (nem previu) nada disso antes.
Nem a velha brincadeira de que os economistas só não erram mais que os meteorologistas faz mais sentido. Dessa vez, esses últimos estão na vantagem.

SejEm bem-vindos

Olá visitantes! Lancei esse blog sem um motivo específico. Espero que todos gostem, critquem, se divirtam e tudo mais o que dizem sempre que abrem um blog!