
Na TAM. A companhia anunciou nesta terça-feira que irá entrar para a aliança internacional de companhias aéreas Star Alliance, a maior da categoria. Dentro de 1 ano, a companhia espera estar completamente integrada na aliança, isso inclui interação entre programas de fidelidade das empresas participantes, ou seja, ao viajar por uma companhia aérea, o passageiro estará pontuando na companhia que ele possui cartão. O acordo prevê também vantagens como o compartilhamento de salas VIP em aeroportos, code-share entre as companhias e outras alegrias para os passageiros. A TAM acredita que a integração à Star Alliance vá gerar uma receita da ordem de US$60 milhões. Acredito ser muito mais. Mesmo quando sua crise estava no ápice em julho de 2006, a Varig, ex-membro e uma das fundadoras da aliança, registrou em setembro de 2005, um ano antes de sua crise econômica e saída da aliança, taxa de ocupação de 77% nos seus vôos internacionais. Em setembro de 2008, quando a companhia ja estava fora da aliança, essa taxa ficou em modestos 61%. Obviamente que existem muito mais fatores em jogo, mas as vantagens que uma aliança do tipo pode oferecer, são inegáveis. Afinal, quem não quer participar de um 'cartel' desses.
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